Cada um é responsável pela sua felicidade

A vida é uma preciosidade repleta de beleza e permeada pela felicidade. Mas também engrandecedora na medida em que nos apresenta obstáculos e dificuldades. Cabe a cada um decidir como entender esses momentos. Eu prefiro aceitá-los e vivê-los da melhor forma possível. Tudo pode ser bom quando se ama a VIDA!!




quinta-feira, 29 de setembro de 2011

E o tratamento segue...

Ontem fiz a quinta sessão de quimioterapia. O nome do remédio agora é mitoxantrona, ele normalmente não dá muitos efeitos colaterais, porém pela grande quantidade de aplicações começaram alguns leves porém chatinhos sintomas. Tenho tido febre cerca de dez dias depois e o ruim é duram alguns dias. O cabelo não caiu todo mas houve uma queda forte, estou com ele bem ralinho. Isso tudo é por causa dos leucócitos que estavam muito baixos.Deveriam estar em 3500 e eu estava com apenas 700. Em função disso a químio que deveria ter sido no dia 21/09 foi adiada para o dia 28/09.
A minha médica achou melhor entrarmos com uma medicação para tentar evitar isso. Hoje fiz a primeira injeção. O nome é granulokine, terei que tomar 3 dias seguidos. A idéia é que daqui por diante esses sintomas desapareçam.
Essa é uma doença que para se ter todos os cuidados necessários e importantes sai cara. Resolvi investir na minha total recuperação. Abri mão de outras coisas para poder aliar ao tratamento, acupuntura, terapia e o meu reiki que tanto amo. Para completar me falta uma atividade física pois a academia que tanto gostava é muito cara e parece que não há chances de negociação. Enfim, tenho que chutar para todos os lados mas uma coisa eu prometo...VOU ME CURAR!!! Eu quero isso e é exatamente assim que vai acontecer.
Até a próxima!!!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Mais uma etapa ruim que passou

Enfim as coisas voltaram ao normal. Tenho me sentido ótima novamente.
Não posso negar que os 3 últimos meses foram bem difíceis...muita luta e fé.
A notícia da água na pleura causada pelo câncer que passou a ter o foco maior nos ossos, me deixou muito abalada pois além do impacto da doença ter novamente se manifestado vieram sintomas junto. Pela primeira vez o meu corpo estava sentindo as dores da doença. A minha costela doia tanto que eu tinha dificuldade de sentar e levantar, o cansaço era muito forte (mal conseguia andar do carro até a entrada do prédio), falta de ar e uma tosse absurda.
A minha sorte que a químio começou a fazer efeito muito potente desde a primeira aplicação. A água da pleura cedeu rápido, a dor passou e a falta de ar também. Já estava bem melhor, porém a tosse continuava constante e muito forte. Descobriu-se que essa medicação possívelmente me dá alergia, tanta que cheguei a ter edema de glote por 4 vezes. Gente, o ar não entra e não sai, um desespero, até que aos poucos vai voltando a circular.
Bom, começei atomar corticoide e codeina. Estou ótima gora, tomando os cuidados necessário por estar em processo de químio ainda, no mínimo por mais 4 meses. Não tenho nenhum sintoma, Graças a Deus isso não me afeta.
Mas claro que imediatamente após a liberação para voar de avião, me toquei para Abadiania, o meu templo de fortaleza, fé e paz. Fomos eu e aSila (prima do meu marido), ficamos 2 dias, dormimos e acordamos com muitas mentalizações, e oiração.
Todos que vão a casa são atendindos pelo médium João de Deus. Ele te dá as orientações do tratamento. Dessa vez ele não me operou, apenas me mandou para sua corrente de orações. Local que permaneço o dia todo mentalizando com o grupo dele. Fora isso fiz banho de cristais e sem falar na alimentação local. Somente coisas naturais, muita fruta, salada e suco. Amo aquele lugar, volto 100%!!
Com certeza isso me ajudou mais ainda a me levantar.
Agora minha disposição voltou, o trabalho está ótimo, minha empresa continua me apoiando muito.
Voltei para academia, faço dança, yoga e alongamento.
Estou muito feliz com a minha codição física e esperitual. Para quem tem fé, sabe o quanto isso ajuda na cura.
Na próxima postagem, contarei detalhadamente o trabalho do João de Deus.
Um beijo e até a próxima.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Algumas respostas...

Depois de tanto tempo afastada do meu blog, volto com novidade, algumas boas outras nem tanto. O câncer é assim mesmo, tem fases que melhora e fases que temos que dar mais atenção e cuidados redobrados a saúde.
Durante 4 meses, fiquei sem o uso de quimioterapia, recebia aplicação apenas de um remédio que se chama faslodex, ele não conseguiu segurar a doença. Em maio mesmo começei a me sentir mal, cansaço, algumas dores no corpo, muita tosse e falta de ar. Bom, eu sabia que alguma coisa não estava bem restava correr para descobrir oque estava realmente acontecendo. Fiz novos exames e lá estava, o câncer estava piorando, mais especificamente nos ossos e com isso acabou gerando água na pleura, oque me causava muito mal estar. Ok, corremos e recomeçamos as sessões de quimioterapia, desta vez o medicamento era outro, de cor azul, antigo mas potente.
Fiquei muito assustada com tudo isso, ainda que eu estivesse sentindo que as coisas não andavam bem. O primeiro impacto novamente foi de falta de esperança, parecia que nada estava contendo essa doença horrivel que me persegue desde 2008.
Muito choro, medo, insegurança novamente. Mais uma vez tinha que encontrar lá no fundo do meu ser a confiança e conseguir me levantar para buscar a cura com a positividade que é necessária em qualquer tratamento de saúde. Para isso recorro como sempre ao meu reiki, escrevi ao João de Deus e rezo muito pedindo luz e sinais de que tudo vai ficar bem.
Bom, nesse meio tempo, fiz uma cirurgia para tirar um nódulo do pescoço para biópsia. Essa resposta seria uma esperança boa ou uma busca maior ainda de salvação. Poderia ser do tipo receptor positivo, resultado bom com grandes possibilidades de tratamento ou triplo negativo, um tipo de tumor mais agressivo e que pode ser tratado somente com quimioterapia.
Enfim chegava o mei sinal de vida  e esperança, meu resultado foi receptor positivo. Me enchi de esperança novamente. Já fiz 2 sessões de químio e a água na pleura já diminuiu bastante e o mal estar está desaparecendo bastante.
Esperança e viver com alegria são as receitas de mais que importantes para recuperação e eu estou tratando muito de fazer a minha parte nisso tudo!!!
Até mais

sábado, 7 de maio de 2011

Inseguranças e medos...

Depois que se descobre uma doença assim, ou melhor, depois que se passa por tudo oque se tem que passar para buscar a cura dessa doença...pode-se dizer que a gente muda. Alguns medos que antes não se tinha, agora ficam mais aflorados. Por exemplo, qualquer coisa que se sente no corpo vira uma piração total. Tudo passa a parecer que é cancer em outro lugar. A gente tem que viver em constante controle para não ficar sempre com medo.
Sexta-feira passada eu estava no shopping passeando com meu marido quando fui coçar o pescoço e senti um nódulo relativamente grande aonde seria a linfa. Putz... e agora... oque é isso e como cresceu assim? Eu tinha feito uma consulta com a Dra. Andréia 3 dias antes e ela não falou nada de mais depis de me examinar. Bom, meu passeio se transformou em nada, chorei...assustada e pensando na possível volta de químio.
Graças a Deus, naquele final de semana o médium João de Deus (aquele de Abadiânia), estaria atendendo em Três Coroas e eu tenho MUITA fé nele. Peguei a minha mãe e nos tocamos para lá. Tinha mais de mil pessoas com certeza. Fiz a cirurgia espiritual com ele. Me acalmou um pouco. Tenho 40 dias de tratamento pela frente, algumas restrições alimentares. Vou fazer tudo direitinho.
Na segunda-feira, tinha aplicação da medicação pela manhã e início da tarde consegui marcar outra consulta com a minha médica. Dessa vez foram os 2 remédios, faslodex e voltamos com o zometa (fortalecer os ossos). A aplicação foi tranquila. A enferemeira Cléo amavel como sempre. Só tinha mais uma senhora recebendo medicação neste dia. Conversamos o tempo todo. Continua não parecendo um lugar de doença grave como essa.
De tarde fui na consulta nervosa para saber oque aconteceria dali para frente. A Dra. Andréia não se apavorou como eu, ela disse que não achou que o nódulo havia aumentado e que então faríamos um teste de espera de 20 dias. Se aumentar realmente teremos que trocar novamente as medicações, incluindo a possibilidade de voltar com a qu[ímio, se continuar igual o tratamento segue o mesmo. Paralelo a isso, faremos outra biópsia para nos certificar do tipo de tumor. Existem 2 tipos, triplo negativo e receptor positivo. No meu caso, no primeiro exame havia dado triplo negativo, já no segundo deu positivo, por isso vamos fazer novamente.
O impressionante disso tudo é que o nódulo dominuiu demais nos últimos dias. As vezes nem consigo achar ele. A fé faz coisas que quem não precisa de verdade acreditar em algo principalmente por alguma dificuldade, não pode imaginar. Eu tenho muita fé e gosto muito de rezar. O reiki semanal me ajuda muito também.
Bom, agora já estou mais calma mas a semana não foi fácil.
Continuo vivendo a mil, amando cada vez mais a minha vida e incessantemente procurando a cura!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Atualmente...

Depois de algumas mudanças de medicamentos que meu corpo não estava tolerando, chegamos ao Faslodex, dessa vez um remédio que não é químio mas que inibi o crescimento do câncer. Sem efeitos colaterais foi a glória para mim. Minha vida estava voltando ao normal. Meu cabelo está crescendo, estou indo regularmente na academia e para completar o novo ciclo, fui convidada a desenvolver um novo trabalho dentro da Olvebra. Passei a viajar bastante e com isso minha experiencia nesse mercado aumentou muito. Isso definitivamente me representava um novo momento. Paralelo a isso, meu casamento continua dando muito certo. Meu marido sempre me apoiando e mais que isso, sempre pesquisando sobre novas possibilidades de tratamento. Na verdade, ele já está quase um médico.
Com tudo isso de bom, ficaram alguns sintomas da época da combinação da químio, avstin e zometa. Após 4 meses de troca de medicação continuo com uma dormência muito forte na boca e nos dentes e muita tosse. Parece uma grande alergia a tudo. Ficamos todos esses meses pesquisando para tentar descobrir oque poderia ser. Até agora ainda não sabemos em definitivo oque é. Mas GRAÇAS A DEUS, sabemos que coisa ruim daquelas não é.
Ontem após uma consulta com minha médica ótima, marcada especificamente para ver isso, decidimos voltar com o zometa. A partir do dia 11/05 volto com as aplicações que duram mais ou menos uma hora.
Enfim, bola para frente e a busca pela cura total continua. A fé continua inabalável. Eu vou vencer tudo isso é só uma questão de tempo.
Essa sou eu hoje!!!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mais um ano de químio e luta

Depois de muito tempo, volto a escrever a minha história sempre com a intensão de poder ajudar com a minha experiência, as mulheres que passam pela mesma coisa. Quem acha que um blog assim é puramente exposição...não tem idéia de como é estar vivendo tudo isso e querer achar em outras vivências uma ajuda ou mesmo que em palavras escritas por pessoas desconhecidas...um conforto.
Bom, o ano foi passando e toda quarta-feira eu e minha parceira, amiga, apoiadora mãe íamos para clínica ficar cerca de 3 ou 4 horas recebendo através da véia os 3 tipos de medicações necessárias para busca da miha cura. Nesse período tomava Zometa (para fortalecer os ossos), avastin (inibe a formação de novos vazos sanguíneos) e a químio taxol. Durante a sessão eu dormia muito por conta dos remédios antialérgicos que tomava junto. Já a minha mãe conversava com todos, pacientes e em especial a minha enfermeira querida Cléo. Quando acordava já era praticamente hora de ir embora. Passava a tarde na mãe com todos os cuidados que só uma mãe sabe dar, desde almoço na cama até banho de banheira especialmente preparado por ela.
Lá por setembro, os sintomas que antes nunca haviam me encomodado começaram a aparecer, acho que pode ser pelo tempo de aplicação que já estava longo. Um fungo forte demais tomou conta das minhas unhas, dando mau cheiro e deixando a unha tão fraca que poderia cair a qualquer momento. Era hora de trocar a medicação.
Durante todos os meses, precisei faltar trabalho além da quarta-feira normal de aplicação, apenas 1 vez por uma febre alta que me deu a noite e não tinha jeito de passar. No outro dia descançei bastante com os cuidados da minha mãe e minha tia Thê.
Ok, minha médica ia trocar totalmente o tratamento. Vamos ver oque vem pela frente.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Trabalho e luta

Assim que soube da notícia tive que criar coragem e contar na empresa em que trabalho. Chamei meu diretor, que é uma pessoa maravilhosa, e contei. Ele mais uma vez foi excelente comigo, pessoalmente e profissionalmente. Eu tinha acabado de assumir o setor de marketing, depois de 5 anos de espera eu havia conquistado aquela vaga. Pensei que me tirariam ou colocariam uma outra chefe acima de mim. Mas não foi isso que aconteceu, continuei na função e parava somente nos dias químio. Graças a Deus, em geral passava muito bem com as químios. Dormia bastante nos dias de aplicação e no outro dia voltava zerada para o trabalho. A minha equipe, 3 meninas que se tornaram minhas amigas também, me ajudaram durante todo o ano, me dando força e trabalhando para que tudo andasse bem mesmo quando precisava me ausentar. Lê, Milú e Gabi, são um sonho de colegas. Formamos um grande time, forte e confiável. Meu amor para elas sempre.
Com essa químio, a chance de o cabelo não cair era grande. Estava contando com isso. Fui convidada para ir a São Paulo receber uma homenagem pela minha empresa - empresa mais lembrada do ano em alimentos de soja. Quando estava lá, meu cabelo começou a cair em tufos enormes, gente eu não ia ter cabelo para ir a homenagem, e mais... eu estava sozinha. Triste né? Não, quando estou só, consigo pensar melhor, me organizar e me fortalecer. Foi isso que fiz, resolvi não lavar op cabelo para evitar cair mais, passei uma chapinha leve quase grudando o cabelo na cabeça e me arrumei bem linda e fui para premiação, aproveitei, sorri me diverti. Chega, não quero mesmo mais cultivar pensamentos ruins.
Na volta, fui na minha querida e amada cabelereira e amiuga de anos Maria Tereza. Lá ela raspou tudo de novo e eu e a mãe tratamos de ir comprar minha nova peruca. Bem bonita, parecia meu cabelo mesmo. Tudo acertado, voltei para Olvebra. Acreditam que muita gente nem percebeu que era peruca? Claro, com o tempo as pessoas foram se contando e todo mundo ficou sabendo. Alias, grande, grande empresa com grandes pessoas do bem trabalhando. Obrigada, obrigada!!
Continuei meu trabalho durante todo o ano normalmente. Me fez muito bem.
Cabelo grudado na premiação de homenagem a Olvebra
Recebendo o prêmio. Estava orgulhosa e feliz.

Reinício de tratamento

Bom, já que aconteceu novamente, não tive escolha, o jeito era juntar oque restava de força e lutar de novo. O tratamento seria doses semanais de taxol (químio) e zometa (remédio que fortalece os ossos). Toda quarta-feira íamos eu e a minha mãe para a clínica e lá ficávamos por cerca de 3 horas. Graças a Deus a clínica era a mesma e a enfermeira também. Na verdade eu dormia bastante durante a sessão em função dos remédios pré químio que tinha que tomar. Já minha mãe, se entertia com a Cléo (enfermeira maravilhosa) e as demais pacientes que no fim nos tornamos companheiras. Senti que dentro de tanta coisa pesada aquela clínica com aquele clima inacreditavelmente leve nos fez crescer e melhorar como pessoas, não era definitivamente um sacrifício ir até lá.
Bom, surgiu uma nova medicação que segundo minha médica seria bem adequada para o meu caso. Porém, o Ipê (meu convênio) não cobria. Cada aplicação custava em rono de R$9.000,00. Difícil né? Mas foi daí que a minha fé voltou a mil. Tinha tudo para não dar certo a liberação desse remédio, eu estava arrasada por isso. Até que um dia, sozinha no carro rezei sem parar pedindo uma prova de que o final dessa história seria feliz. Orei mesmo, com fé e súplica. E quando cheguei em casa uma notícia a família do meu marido tinha dado um jeito e conseguiríamos os remédios. Entendi que aquele era o sinal da esperança. Depois desse dia mudei meu padrão de pensamento, tirei a morte da cabeça e inseri com muita força a vida e a felicidade. E consegui!!! As vezes as couisas parecem horríveis pela sua dificuldade mas são elas mesmas que nos trazem o retorno que precisávamos para enxergar as belezas da vida.
Químio andando, cabelo caindo, saúde lutando. Vamô embora, tá dando tudo certo.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cair e levantar

Tudo estava ótimo desde novembro de 2009. Até que em abril de 2010 em uma consulta de rotina, a minha médica descobriu um caroço no pescoço, bem no ladinho, mais especificamente nas linfas. Quando saí da consulta já estava apavorada e contaminada de um medo misturado com uma certeza, acreditei mesmo que tinha voltado. Acabei nem voltando ao trabalho, fui direto para minha mãe, chorei, chorei e chorei. No outro dia, começaram os exames novamente e 2 dias depois, o temido resultado. Sim, tinha voltado, nas linfas, no externo e no fígado. Dessa vez caí, chorei muito, sofri muito e tive muito, mas muito medo mesmo. Medo de um jeito que nunca tinha tido, achei que agora a morte estava no meu pé.
Isso tudo aconteceu na véspera da Páscoa. Tínhamos combinado de ir para praia com nossa família, mãe, pai, mano, cunhada, crianças e sogra. Fui mesmo depois da notícia, estávamos todos com medo mas tentando deixar um clima leve. Lembro que tomei champagne querendo relaxar e esquecer que aquilo estavaa contecendo novamente mas aquela notícia não ia embora da minha mente. Na volta, no carro, estávamos eu, meu marido e minha sogra, todos conversavam e eu não conseguia ouvir nada, só os meus temerosos pensamentos. Tristeza, tristeza e tristeza. Quando chegamos, resolvi ir fazer as compras no mercado sozinha, nesse caminho chorei demais e OREI alto, suplicando uma mensagem. Pedi que algum sinal me fosse enviado para eu ter alguma esperança, coisa que não conseguia sentir de jeito nenhum. OREI, OREI, OREI, CHOREI, CHOREI, CHOREI... O pesadelo recomeçou. E agora? Como conseguir levantar e recuperar a esperanças?